sábado, 13 de setembro de 2008

Exemplo da criatividade "progressista" da esquerda-caviar

Este vídeo teve a pretenção de ser um anúncio televisivo. Foi-me remetido por uma colega que, indignada e não conseguindo perceber porque não foi exibido, concluiu que foi “censurado”. Todavia, revelamos aqui, no Espelho do Corisco, esta lição de criatividade “progressista” da esquerda-caviar – um exemplo acabado da muita ignorância e da pouca inteligência que distingue a “verdadeira esquerda”.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Orangotangos e chimpanzés

orangotango venezuelano e chimpanzé boliviano

O chimpazé que lídera a Bolívia arranjou um bode espiatório para os tumultos que ocorrem em várias províncias do seu país: o embaixador do EUA. Para a esquerda está tudo explicado: o chimpanzé é um líder fantástico, adorado por todo o povo boliviano. Quantos aos milhares de manifestantes que protestam contra a sua governação são manipulados pelos EUA. Ponto final, parágrafo. A esquerda sempre economizou em raciocínio. As desculpas nem precisam de ser justificadas, basta o insulto à moda da esquerda.
Da Venezuela, o orangotano veio em defesa do chimpanzé, mostrando todo o nível intelectual que possui com insultos aos EUA que só um orangotango é capaz. A macacada da América Latina está ao rubro com a expulsão de ambos os diplomatas. Os estúpidos da "esquerda caviar" estão deliciados. Será Obama capaz de lidar com animais destes? Tenho dúvidas. Já McCain oferece maiores garantias. Com escumalha como esta dupla de mamíferos só se pode relacionar com dureza e sem diálogo. Até hoje, nunca assisti a um diálogo entre um ser humano com um orangotango ou um chimpanzé. Além de não ser possível, é ridículo.

Exemplo da falta de qualidade na imprensa escrita regional. Agradecidos ao Diário Insular (Açores).

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A Escola Pública e o exemplo de Ana Margarida Craveiro

Este comentário, no Blogue Atlântico, sobre a escola pública de Ana Margarida Craveiro é a mais exacta reprodução da actual realidade escolar flagelada pelo vírus da Educação Nova.
"A efusão socialista com os "bons resultados" dos alunos portugueses tem uma consequência muito simples: quem tem dinheiro tira os filhos da escola pública e paga um bom colégio. A nivelação por baixo cria uma desigualdade que se resolve de forma muito antiga: quem pode, paga. Como por aqui o dirigismo é a regra, é claro que quem frequenta o ensino particular também está preso por programas e manuais obrigatórios. A diferença é que isso é compensado com ensino a sério, em que se acrescentam conhecimentos às competências.
Ao ensino público foi retirada qualquer responsabilidade, é a coutada do experimentalismo pedagógico. Quem não consegue fugir ao jugo da 5 de Outubro, fica com uma educação obrigatória cada vez mais miserável, em que não há respeito por alunos ou professores. É só a esmagadora maioria."
Ana Craveiro coloca a nu o problema educativo em Portugal. Problema que é antes de mais pedagógico/ideológico. Mas o problema não está só no ministério da Educação. Está nas faculdades e escolas superiores de educação cujos docentes são, na esmagadora maioria dos casos, pessoas militantes ou simpatizantes da extrema-esquerda, isto é, do Bloco de Esquerda cuja influência ideológica faz-se sentir na 5 de Outubro. Se nada fizermos, se não seguirmos o exemplo da Ana Craveiro e trazer a escola pública e a educação para o centro do debate político ela vai continuar na margem desse necessário debate entre conservadores e tarados “progressistas”. E estar à margem significa estar sujeita ao domínio da extrema-esquerda. O que se verifica desde há bastante tempo. E a culpa também é dos liberais ou dos conservadores-liberais que relegam sistematicamente a educação para segundo plano – com a excepção honrosa de João Pereira Coutinho. No que respeita à educação o BE já está no Governo. Digo-o com pesar. Mas é verdade: gente da “verdadeira esquerda” ou da “esquerda da esquerda” manda, ou melhor desmanda, desorganiza e cria confusão na Educação duma democracia-liberal como Portugal. Os que perderam “Abril” não perderam de todo. Tomaram de assalto a educação com as suas teorias pedagógicas. E nada mais resta aos portugueses que queiram educar os seus filhos de acordo com valores como o mérito, obtido através do conhecimento transformado em competência senão retirá-los dessa escola pública igualitarista nivelada pela mediocridade em que a extrema-esquerda a transformou e colocá-los em bons colégios privados.

Vos estis sal terra |

 Vos estis sal terra | "I Vós, diz Cristo Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porq...