"A questão é saber se há pessoas honestas quando o interesse ou a paixão estão em jogo." Talleyrand.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Vendem computadores "Magalhães" a bom preço
Consta-se no Porto, isto é, nos cafés, tabacarias, transportes públicos, ect., com várias fontes do povo que nos Bairros do Aleixo e do Cerco vendem-se computadores “Magalhães” a bom preço – conforme o nível de dependência do álcool ou de drogas do vendedor.
Se o objectivo do Ministério da Educação foi relançar a economia paralela através do “choque tecnológico” conseguiu. Agora os habituais “clientes” frequentadores destes bairros podem acrescentar computadores “nacionais” (segundo o Governo) ao vasto cardápio de produtos ilícitos já há muito disponíveis impunemente que vão desde roupa de marca contrafeita a DVD’s pirateados passando pelos, sempre presentes, produtos “para a cabeça”. Esta mentalidade provinciana do Governo de José Sócrates daria para rir se não fosse o dinheiro dos portugueses que trabalham e das empresas que pagam impostos a pagar mais este hino à parolice nacional.
Se o objectivo do Ministério da Educação foi relançar a economia paralela através do “choque tecnológico” conseguiu. Agora os habituais “clientes” frequentadores destes bairros podem acrescentar computadores “nacionais” (segundo o Governo) ao vasto cardápio de produtos ilícitos já há muito disponíveis impunemente que vão desde roupa de marca contrafeita a DVD’s pirateados passando pelos, sempre presentes, produtos “para a cabeça”. Esta mentalidade provinciana do Governo de José Sócrates daria para rir se não fosse o dinheiro dos portugueses que trabalham e das empresas que pagam impostos a pagar mais este hino à parolice nacional.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
A diferença entre o original e a cópia
Sócrates, como bom tecnocrata que é, adora imitar. E, no seu caso, imitar é adoptar uma imagem que não é naturalmente sua. Sócrates imita Obama. E imita Obama porque o candidato democrata projecta uma inegável imagem de “mudança”. E Sócrates deseja o mesmo. Mas não consegue. Não consegue porque já todos já o conhecem. Por isso não vale a pena copiar o estilo de Obama – como Sócrates tanto se tem esforçado, especialmente no comício de reentrada política do PS em Guimarães e agora (sem casaco nem gravata e de mangas arregaçadas, só se distinguindo de Obama pela palidez da pele) nos Açores. Esse estilo de “mudança” só funciona numa primeira candidatura. Obama se for eleito presidente, não se vai recandidatar de mangas de camisa a um segundo mandato, como faz desta vez. Nessa altura já todos os americanos o conhecem e o teatro político tem necessariamente de ser outro. Mas Sócrates não percebe isso. Pensa que basta ter uma idade idêntica e a mesma elegância física, além de algumas vagas parecenças ideológicas e o mesmo estilo informal para ser parecido com Obama. O género teatral de “mudança” que Obama personifica tem obrigatoriamente que estar associado à novidade. Obama é novidade. Sócrates não. Em 2004 talvez tivesse funcionado, mas agora não. Nessa altura, Sócrates não teve engenho para representar o papel que Obama neste momento representa. E é esta a diferença entre o original e a cópia.
sábado, 4 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Mário Soares, Mário Crespo e as pessoas “inteligentes”
Mário Soares, obcecado como qualquer bom tarado de esquerda com os EUA, já tem o “seu” candidato: Obama. Naquela sua cada vez menos disfarçada ignorância afirma, que: “toda a inteligência americana apoia Obama”. Isto é, os académicos e os “artistas”. Daqui facilmente se conclui que só os estúpidos e os ignorantes é que podem votar em McCain. Porque os inteligentes só podem votar em Obama. É a estúpida arrogância da esquerda na sua máxima força.
Mário Soares que, ao que parece, já superou definitivamente o desgosto da derrota categórica que sofreu nas presidenciais portuguesas mostra-se cada vez mais sedento de protagonismo e carente de tempo de antena. A imprensa satisfaz-lhe ambos os desejos. Na RTP tem aquele imbecil programa: “o caminho faz-se caminhando” onde Soares, arrogantemente, revela toda a sua ignorância e pouca memória perante uma Clara Ferreira Alves babada com a “sabedoria” do “Buda” do “socialismo século XXI”. Quanto à restante imprensa disputa artigos pouco informados e tendenciosos, além entrevistas que conseguem o incrível de terem ainda menos conteúdo intelectual que os artigos. Mas, Soares está sempre disponível para opinar – dar opinião é o ópio dos ignorantes. E a imprensa está sempre pronta para o ouvir. Só este fim-de-semana deu entrevistas ao Rádio Clube Português no Sábado e ao Correio da Manhã no Domingo. Mas, Soares vende? Ou seja, ainda existe alguém que se interessa por aquilo que Soares pensa e diz? Soares, enquanto comentador, é do pior que existe. É, e sempre foi, limitado intelectualmente, pouco culto (só em Portugal alguém como ele pode passar por uma pessoa culta) e toda a sua análise sobre qualquer tema (ele, como qualquer bom inculto, fala sobre tudo) resume-se à mais óbvia constatação do evidente, ou em fazer o triste papel de papagaio da ideologia da “esquerda-caviar”.
Mário Soares, de acordo com a inteligência que possui, não tem nem teve, nem aliás podia ter, nenhuma dúvida sobre a escolha do “seu” candidato à presidência dos EUA. As pessoas “inteligentes” como ele têm sempre poucas dúvidas.
Já Mário Crespo, que conhece perfeitamente os EUA, sublinha que “todas as pessoas que reflectem devem estar muito indecisas quanto à sua escolha para Presidente dos EUA”. Eu que, modéstia à parte, reflicto e também conheço os EUA também não me consigo decidir entre os dois candidatos. Acho que, tal como Crespo, todos os norte-americanos inteligentes e sem interesses numa ou noutra candidatura não se decidiram ainda. Se Obama fosse branco a escolha seria assim tão fácil? Nesse sentido, agradeço a Mário Soares por ter-me feito sentir alguém inteligente.
Mário Soares que, ao que parece, já superou definitivamente o desgosto da derrota categórica que sofreu nas presidenciais portuguesas mostra-se cada vez mais sedento de protagonismo e carente de tempo de antena. A imprensa satisfaz-lhe ambos os desejos. Na RTP tem aquele imbecil programa: “o caminho faz-se caminhando” onde Soares, arrogantemente, revela toda a sua ignorância e pouca memória perante uma Clara Ferreira Alves babada com a “sabedoria” do “Buda” do “socialismo século XXI”. Quanto à restante imprensa disputa artigos pouco informados e tendenciosos, além entrevistas que conseguem o incrível de terem ainda menos conteúdo intelectual que os artigos. Mas, Soares está sempre disponível para opinar – dar opinião é o ópio dos ignorantes. E a imprensa está sempre pronta para o ouvir. Só este fim-de-semana deu entrevistas ao Rádio Clube Português no Sábado e ao Correio da Manhã no Domingo. Mas, Soares vende? Ou seja, ainda existe alguém que se interessa por aquilo que Soares pensa e diz? Soares, enquanto comentador, é do pior que existe. É, e sempre foi, limitado intelectualmente, pouco culto (só em Portugal alguém como ele pode passar por uma pessoa culta) e toda a sua análise sobre qualquer tema (ele, como qualquer bom inculto, fala sobre tudo) resume-se à mais óbvia constatação do evidente, ou em fazer o triste papel de papagaio da ideologia da “esquerda-caviar”.
Mário Soares, de acordo com a inteligência que possui, não tem nem teve, nem aliás podia ter, nenhuma dúvida sobre a escolha do “seu” candidato à presidência dos EUA. As pessoas “inteligentes” como ele têm sempre poucas dúvidas.
Já Mário Crespo, que conhece perfeitamente os EUA, sublinha que “todas as pessoas que reflectem devem estar muito indecisas quanto à sua escolha para Presidente dos EUA”. Eu que, modéstia à parte, reflicto e também conheço os EUA também não me consigo decidir entre os dois candidatos. Acho que, tal como Crespo, todos os norte-americanos inteligentes e sem interesses numa ou noutra candidatura não se decidiram ainda. Se Obama fosse branco a escolha seria assim tão fácil? Nesse sentido, agradeço a Mário Soares por ter-me feito sentir alguém inteligente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
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