Mário Soares é um exemplo acabado de um “homem de esquerda”: orgulhoso mas sem talento, malandro mas com gula de bom viver, intelectualmente banal mas convencido que é dotado de uma inteligência superior e que, portanto, nunca comete erros. Só assim se compreende que nestas comemorações de Abril tenha dito (obviamente com um cravo na lapela) que a
“descolonização foi óptima” apenas para ostentação da soberba de grande estadista que julga ter sido. Humilhar dessa forma e nesta data cerca de um milhão de portugueses que depois de abandonados pela “pátria” retornaram a Portugal completamente roubados pelos execráveis partidos/movimentos terroristas marxistas das antigas colónias não dignifica quem, para vergonha minha, ocupou o cargo de Presidente da República. Já dizia Santo Agostinho: “o orgulho não é grandeza, mas inchaço”.
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